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Como a abelha produz o mel?

Existe um curioso processo nas colmeias. Entenda!

Renato Lamanna Publicado em 30/03/2021, às 17h10 - Atualizado às 17h12

Imagem meramente ilustrativa - Image by Hans Benn from Pixabay
Imagem meramente ilustrativa - Image by Hans Benn from Pixabay

Não existe um só um mel na natureza. Ele pode variar de acordo com a planta de onde a abelha recolheu o néctar e a espécie do inseto. Esses fatores fazem com que a cor e a composição do mel mudem: os mais claros possuem menor concentração de minerais.

As abelhas produzem o mel usando o néctar das flores: essa substância é processada por enzimas digestivas dos insetos. Então, o mel é armazenado em favos dentro da colmeia para que as abelhas se alimentem dele.

A secagem do mel também fica por conta das abelhas: quando a substância vai para os favos, elas ficam batendo as asas para secá-lo o máximo o possível.

O mel é uma ótima alternativa ao açúcar! O mel não passa por processos químicos de produção e conservação. Além disso, o açúcar presente no mel é absorvido rapidamente pelo organismo, dando energia quase instantânea! O mel das abelhas também é rico em substâncias antibióticas, aromáticas e sais minerais, que combatem infecções e reforçam o sistema imunológico, que defende seu corpo.

Além das abelhas e dos marimbondos, existe outro animal capaz de produzir essa substância: a formiga-pote-de-mel, que vive nos desertos da África, América do Norte e Austrália. Diferentemente das abelhas, que guardam o mel nos favos da colmeia, essas formigas contem com integrantes especiais do formigueiro, que ficam presas no teto e guardam o líquido doce no abdômen. Ele serve de alimento nos momentos em que falta comida.

Se for armazenado de forma correta, o mel pode durar séculos! Esse alimento tem pouca água e é bastante ácido, o que cria um ambiente desfavorável para o surgimento de bactérias.