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Por que ler é importante para a nossa vida?

Além de ser uma ótima forma de diversão, a leitura também nos ajuda a exercitar o cérebro. Saiba mais!

Luciana Fuoco Publicado em 05/02/2021, às 14h00 - Atualizado às 16h05

Imagem ilustrativa de livros - Pixabay
Imagem ilustrativa de livros - Pixabay

Pode acreditar: quem lê bastante escreve melhor. Ao ler, você conhece novas palavras, fixa a grafia das que já conhece e ainda tem contato com jeitos variados de colocar ideias no papel.

A leitura é o esporte do cérebro. Assim como restante do corpo, esse órgão também precisa de exercícios para ficar cada vez mais turbinado. Não deixe de praticar!

Ao abrir um livro ou uma revista, você tem a chance de conhecer vários lugares sem precisar sair de casa. Além de ler sobre uma cidade ou país, você pode se imaginar por lá, mesmo sem ter pegado avião, carro ou ônibus.

Qualquer brincadeira em que precisamos mirar em um alvo (um lugar, buraco ou até mesmo no gol) se beneficia do hábito da leitura. Enquanto você viaja mentalmente por uma história, mantém o foco no que está fazendo. Ou seja, consegue se concentrar melhor. Depois, o efeito da nova habilidade pode ser visto em outras atividades.

Além disso, Quanto mais você lê, mais criativo fica. Sabe qual é a vantagem disso? As brincadeiras se tornam ainda mais legais e você não se cansará delas, porque estará sempre criando um jeito novo e diferente para se divertir sozinho ou com os amigos.

Quando você quiser!

Ler pode ser um bom jeito de todo dia ter um momento divertido com seus pais, irmãos ou quem mais estiver em casa. Ninguém recusa uma história antes de dormir ou naquele fim de semana chuvoso. Experimente!

A leitura também é uma brincadeira. Você escolhe a hora de começar e terminar, pode brincar sozinho ou com mais pessoas e nunca tem fim. Se um livro acabar, é só começar o próximo.

Não é só assistindo filmes e desenhos animados que você se sentirá no meio de uma grande aventura. Conforme se envolve com a história de um livro, as emoções dos personagens podem ser percebidas – o coração bate mais rápido, as mãos suam diante de uma situação de medo e você pode até gargalhar!

Consultoria: Alejandra Pinel (contadora de histórias do Pé de Brincadeira), Cássia Bittens (psicóloga e idealizadora do Literatura de Berço), Cristina Lacroce (educadora), Renata Magliocca (psicóloga) e Vanessa Cristina Francisco (pedagoga).