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Space Jam: Um novo legado inova mixando o estilo clássico e o moderno de animação

O filme que está em cartaz nos cinemas de todo o Brasil apresenta um visual colorido e tecnológico

Redação Publicado em 21/07/2021, às 15h45 - Atualizado às 15h47

Cena do filme 'Space Jam' - Divulgação/Warner Bros. Pictures
Cena do filme 'Space Jam' - Divulgação/Warner Bros. Pictures

Space Jam: Um Novo Legado chegou aos cinemas na última quinta-feira, 15 de julho, e conta a trajetória que o astro Lebron James percorre junto com os Looney Tunes para recuperar seu filho Dom das mãos do vilão Al. G. Rhythim. O filme foi realizado com diversas técnicas de animação, como live action, 2D, animação CGI e 3D e a equipe de produção conta que procurou mixar os elementos e trabalhou diligentemente para encontrar um equilíbrio entre a renovação técnica e tecnológica e o respeito pelo desenho dos personagens originais.

O supervisor de animação Spike Brandt e o co-supervisor e design de produção de animação Devin Crane comentam como é importante para eles captarem a essência de cada um dos personagens do Looney Tunes.

“Eles existem há muito tempo, alguns deles há mais de 80 anos. Como praticamente um embaixador desses personagens, quis garantir que estávamos defendendo esse legado. Eu cresci com eles, e quis assegurar que você poderia sentir toda essa história deles”, afirma Devin Crane.

SNANDDivulgação/ Warner Bros. Pictures

As técnicas utilizadas de animação foram uma combinação da moderna tecnologia de computação gráfica (CG) e animação 2D desenhada à mão, a equipe de produção foi capaz de criar um mundo do amálgama entre o clássico e o contemporâneo.

“Nós fomos totalmente passionais sobre fazer os Looney Tunes parecerem reais. Eu acho que todos esses personagens são reais para nós. O público cresceu com esses personagens, Pernalonga, Patolino, Gaguinho... você sabe quem eles são. Acho que nossa maior responsabilidade foi garantir que as personalidades tão típicas de cada um, impressas na maneira como eles se comportam, se movem, não se perdessem. Mas também garantir que eles fossem reais uns com os outros, na maneira como eles se relacionam entre si, ainda que sejam personagens animados por CGI ou 2D. Para os personagens, eles são reais, e estão vivendo”, conclui Devin Crane.

O trabalho final pode ser conferido nos cinemas, em mais de 800 salas espalhadas pelo Brasil.