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Viva a História / Segunda Guerra

Horror nazista: Como era a vida no esconderijo de Anne Frank?

A vida era bastante dura para uma família que vivia fugindo das atrocidades do racismo nazista

Mário Araujo Publicado em 09/10/2020, às 19h17 - Atualizado às 19h19

Quarto de Anne Frank no Anexo Secreto - Anne Frank Stichting Foundation
Quarto de Anne Frank no Anexo Secreto - Anne Frank Stichting Foundation

Entre 12 de junho de 1942 e 1º de agosto de 1944, uma garota de nome Anne Frank, alemã e judia, dividiu seus sonhos, medos, amores, ilusões e desilusões com Kitty, o diário que ganhou de presente no aniversário de 13 anos.

Nele, ela registra o dia-a-dia no chamado “anexo secreto”, um esconderijo em Amsterdã, na Holanda. Foi lá que sua família viveu clandestinamente, numa tentativa de se esconder da polícia nazista e dos campos de concentração durante a Segunda Guerra Mundial.

As narrativas do diário de Anne terminam três dias antes de o local ser descoberto. Na manhã de 4 de agosto de 1944, os moradores do esconderijo foram levados para o campo de concentração de Auschwitz, na Polônia. Anne e sua irmã Margot morreram de tifo no campo de Bergen-Belsen, na Alemanha, entre 1944 e 1945.

Apenas o pai, Otto Frank, sobreviveu – foi ele o responsável pela publicação do diário da filha, que virou um tremendo sucesso mundial, com mais de 30 milhões de exemplares vendidos.

Veja como era o cotidiano da família, conforme os registros de Anne.

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Anexo Secreto onde vivia Anne Frank e sua família / Crédito: Sandro Castelli

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