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5 curiosidades sobre Procurando Nemo que talvez você não sabia

Para celebrar os 18 anos de sucesso da animação, confira alguns fatos curiosos sobre o clássico filme da Pixar

Daniela Bazi Publicado em 02/06/2021, às 18h48 - Atualizado às 18h51

Cena da animação Procurando Nemo (2003) - Divulgação/Pixar
Cena da animação Procurando Nemo (2003) - Divulgação/Pixar

Nessa semana, a animação Procurando Nemo da Pixar completou 18 anos de lançamento. Sua estreia aconteceu no dia 30 de maio de 2003, e logo a produção se tornou um enorme sucesso comercial e de críticas, acumulando uma legião de fãs ao redor do mundo das mais diferentes idades.

De crianças a adultos e idosos, não existe uma pessoa que não se apaixone pela história de Nemo, Marlin e Dory. Para comemorar a data tão especial, continue a nadar e confira 5 curiosidades sobre a clássica animação!

1. A Disney não acreditava no sucesso do filme

No ano de 2001, o então CEO da Disney, Michael Eisner, assistiu uma versão antecipada da produção e afirmou que Procurando o Nemo era o pior filme já feito pela Pixar. Segundo o portal MentalFloss, na época, ele chegou até a adiar as negociações de compra do estúdio que estavam em andamento para depois do lançamento pois acreditava que poderia pagar mais barato com o fracasso do filme — mas Eisner não poderia estar mais errado.

Após a estreia em 2003, a animação se tornou a maior bilheteria do mundo, e só foi superada sete anos depois, com Toy Story 3. Com tanto sucesso, a compra não foi tão barata quanto imaginava. A Disney precisou desembolsar 7,4 bilhões de dólares para comprar a Pixar.

2. Cães atuando como peixes?

Pode parecer bizarro — ou até mesmo impossível —, mas isso realmente aconteceu. Apesar da equipe de animação realizar uma extensa pesquisa sobre o fundo do mar para trazer ao público a melhor experiência possível, eles acabaram se deparando com um grande problema: os peixes não possuem expressões faciais.

Para resolver o dilema, a Pixar precisou recorrer a outro animal para servir de molde. Foi então que eles decidiram usar os melhores amigos do homem como fonte de inspiração para animarem todas as expressões dos personagens presentes no filme.

3. Gill era para ser um vilão

Quando Nemo vai para o aquário, Gill se torna uma espécie de segundo pai para o pequeno peixe palhaço. Apesar de suas cicatrizes e a cara de mau, o personagem possui um grande coração e está sempre disposto a ajudar os seus amigos. No entanto, nem sempre ele foi assim.

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Cena da animação Procurando Nemo (2003) / Crédito: Divulgação/Pixar

Durante as primeiras versões do filme, Gill era um peixe extremamente mentiroso que manipulava os outros peixes para ajuda-lo a escapar, e utilizava a história de um livro infantil do dentista para dizer que era a sua história de vida. Com o tempo, o estúdio acabou percebendo que seria melhor para o filme se apenas cortassem a ideia de um peixe vilão e focassem na trama de nemo. Ainda bem, né?

4. Após o lançamento do filme, houve uma epidemia de crianças jogando peixes na privada

Na animação, Gill diz que “todos os drenos levam ao oceano”. Embora tenha uma pequena verdade, antes da água chegar ao oceano, ela precisa passar pelo sistema de tratamento da água. Ou seja, isso torna impossível que um peixe sobreviva caso seja jogado no vaso. Mas muitas crianças ao redor do mundo não sabiam disso.

Segundo o site Screen Rant, após a estreia de Procurando Nemo, muitos pequenos passaram a sentir dó de seus peixinhos e decidiram libertá-los igual Nemo no filme: através da privada. A situação se tornou tão grande que diversas empresas precisaram se pronunciar e emitir comunicados para o público mundial avisando que a atitude poderia custar a vida do animal.

5. Os peixes-palhaço ficaram ameaçados após o sucesso do filme

Com a explosão de Procurando Nemo, diversas crianças passaram a desejar um peixe-palhaço como um bichinho de estimação. Conforme informações do Screen Rant, com a grande demanda, os seres humanos passaram a retirar um número excessivo do animal da natureza, fazendo com que eles fossem ameaçados de extinção. Hoje em dia, tudo já está bem graças ao trabalho de diversos cientistas que continuam a investir na reprodução em cativeiro da espécie