Zoo

Mistérios sobre os tubarões

Verdade ou mito?

Desvendamos os segredos mais incríveis desses peixes superpoderosos!

O tubarão-branco é o mais perigoso entre as espécies.
MITO X VERDADE
Apesar da fama, segundo pesquisas, perde em agressividade para as espécies cabeça-chata e tubarão-tigre. Ao contrário do que se pensava até alguns anos, o tubarão-branco não ataca tudo o que vê pela frente e escolhe a presa com inteligência. Ele se alimenta de focas, peixes, golfinhos e tartarugas-marinhas.

Eles deixam a barbatana aparecer na água para assustar.
MITO X VERDADE
Tubarões nadam perto da superfície quando estão atrás de comida ou migrando de um lugar para o outro – a barbatana ajuda na orientação do bicho.

O esqueleto é formado por cartilagem.
MITO X VERDADE
Esse material leve e flexível auxilia na agilidade do animal: possibilita que ele se vire de forma rápida, fazendo curvas acentuadas, durante uma caçada. Isso facilita a captura da presa.

Nem todos são caçadores ferozes.
MITO X VERDADE
O tubarão-baleia é a maior espécie e come plâncton (microrganismos aquáticos) e pequenos peixes, que engole enquanto nada devagar com a boca aberta. Entre as outras espécies, poucas atacam presas grandes – a maioria se alimenta de peixes pequenos.

Tubarões não botam ovos.
MITO X VERDADE
Muitas espécies botam ovos de aparência bem esquisita, também chamados de bolsa de sereia. Leva até um ano, conforme a espécie, para o que pequeno tubarão saia do ovo – que é resistente e tem fios que o fazem se enroscar em algas para que não saia flutuando pela água.

Eles percebem sangue à distância.
MITO X VERDADE
O olfato é potente e pode notar uma gota de sangue na água a cerca de 3 quilômetros. Um bom pedaço do cérebro dos tubarões está destinado a interpretar odores.

A visão é péssima e a caçada se guia apenas pelo olfato.
MITO X VERDADE
Eles enxergam bem, até com pouca luz. E há outros sentidos poderosos: audição (capaz de perceber até o batimento cardíaco de outros peixes) e a linha lateral, formada de células que percorrem os dois lados do corpo e captam variações na água, notando presas à distância.

Consultoria: Otto B. F. Gadig (professor da Unesp, especialista em tubarões e raias) e Rodrigo Caires (professor do Departamento de Zoologia da USP). 


16/06/2017 - 18:00

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