Curiosidades

Vikings usavam capacete com chifres?

Como era?

Isso é só história que contam por aí! Os vikings viveram na região da Escandinávia (Dinamarca, Noruega, Suécia, Islândia e Finlândia) entre os séculos 8 e 11, eram feras em navegação e ficaram conhecidos por atacar vários locais atrás de riquezas e terras.

Mas o visual desse povo, que você vê no cinema e na televisão, não é totalmente fiel à realidade: o capacete dos vikings não tinha chifres! Isso deixaria o acessório, feito de metal ou couro (às vezes protegendo o nariz), muito pesado.

Além do capacete, eles usavam roupas eram feitas de lã e do couro de animais. E gostavam de anéis, braceletes e colares. Não podiam faltar também as armas: espadas, escudos, lanças e, às vezes, arco e flecha. Esses utensílios de ataque e defesa eram passados de pai para filho.

Eu sou terrível!
Quando o assunto são os vikings logo pensamos que eles eram cruéis! Relatos de época dizem que isso era verdade. Mas, tanto tempo atrás, todos os guerreiros agiam assim. A diferença é que os vikings atacavam de tudo, até igrejas católicas, atrás de riquezas. Daí, a fama ficou ainda pior!

A palavra viking vem do termo vikingr, que significava pirata em línguas escandinavas antigas. Eles viviam em regiões muito frias e, com o tempo, tiveram que desbravar novas terras para comportar a população que crescia. Assim, pelos mares, dominaram regiões da França, Rússia, Irlanda, Escócia, Inglaterra, Groenlândia e até Canadá (foram os primeiros europeus a conhecer a América, 500 anos antes de Cristóvão Colombo).

Surpresa!
Quando saíam atrás de novos territórios, os vikings atacavam de forma rápida e inesperada – saqueavam o local antes que qualquer defesa pudesse ser organizada.

Entre esse povo havia várias lendas sobre gigantes e monstros, além da crença em alguns deuses. Um deles eram Odin, deus da magia, da poesia e da guerra. Outro era Thor, deus do trovão, que dominava os céus e combatia os gigantes.

Cadê eles?

Com o passar do tempo, os vikings foram dominados por outros povos e os descendentes viraram parte da população de países como França, Inglaterra e Rússia.


Consultoria: João B. de Oliveira (professor do Departamento de Línguas e Literatura da UERJ) e Lucas Fernandes (pesquisador da UECE e do NEVE - Núcleo de Estudos Vikings e Escandinavos). Fontes: Enciclopédia Britannica e Núcleo de Estudos Vikings e Escandinavos (neve2012.blogspot.com.br).



17/07/2017 - 09:30

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