Curiosidades

Saudações ao redor do mundo!

Saiba mais!

Confira dez formas diferentes de cumprimentar as pessoas em vários países e descubra a origem dessas saudações.

À distância

Não se espante ao ver que, no Japão, as pessoas não trocam beijos na hora de dizer oi. Em vez disso, elas inclinam o corpo. Normalmente, os japoneses dobram o corpo a partir da cintura, mantendo a cabeça reta. Além se servir como uma saudação, o gesto pode significar respeito, gratidão e até um pedido de desculpas. Às vezes, o cumprimento vem acompanhado de um aperto de mão.

Mãos juntinhas
Para os indianos, abraços e apertos de mão não são usados. Por lá, o costume é juntar as mãos, como se fosse fazer uma prece. Nesse momento, à vezes eles dizem Namastê, uma saudação que significa O Deus que existe em mim saúda o Deus que existe em você. É que, naquele país, as pessoas religiosas acreditam que todos levam Deus no coração.

Beijoqueiros

Enquanto vários países do oriente não usam beijos nas bochechas para dizer olá, os russos vivem se cumprimentando com trocas de beijos. Homens e mulheres fazem isso normalmente com amigos e a família. Mas se a saudação acontecer em um encontro de negócios, eles preferem apenas trocar apertos de mãos. 

Barriga cheia

Um dos jeitos mais diferentes de perguntar se uma pessoa está bem ocorre no Vietnã. Naquele país, todo mundo come arroz. Por isso, em vez de as pessoas perguntarem Como vai? quando encontram os amigos, elas costumam dizer Você já comeu o seu arroz hoje?. Se o colega responder que sim, é sinal de que ele está bem. 

Por todos os lados

No Brasil, e em vários países das Américas e da Europa, é comum ver as pessoas apertando as mãos quando se veem. Ninguém sabe como o costume surgiu, mas acredita-se que, no passado, as pessoas estendiam as mãos para mostrar que não carregavam armas. O gesto era um sinal de paz e, com o tempo, se tornou uma saudação. Já balançar as mãos durante o aperto teria surgido como uma forma de verificar se havia armas escondidas nas mangas da camisa.

Língua do bem

Se você acha que mostrar a língua é uma brincadeira mal-educada no mundo todo, está enganado. No Tibete, essa é uma forma de cumprimentar as pessoas. Segundo a tradição, o gesto mostra que a pessoa é do bem, pois nas lendas antigas os demônios tinham língua verde. Também se diz tashi delek, que equivale ao nosso costume de desejar bom dia quando encontramos alguém. 

Mão no chapéu

Comum na Austrália e nos Estados Unidos, esse cumprimento acontece quando a pessoa ergue dois dedos até a altura da cabeça onde ficaria a aba de um chapéu. Isso acontece geralmente entre os homens, por causa da origem: a saudação vem de um tempo em que os homens tocavam ou tiravam o chapéu para cumprimentar alguém. 

Nariz com nariz

O povo maori, que vive na Nova Zelândia, encosta o nariz na ponta do nariz dos amigos quando quer dizer olá. É que, para eles, a respiração é vida e, assim, podem compartilhar o ar. O cumprimento foi batizado de hongi (diz-se rongui) e também é usado pelos esquimós.

Sorriso no rosto

Os libaneses costumam trocar beijos, mas apenas entre as pessoas da família ou com amigos próximos. Mesmo assim, só duas amigas fazem isso, pois uma amiga e um amigo não se tocam. Eles dizem Marhaba, que é um tipo de olá, e põem a mão no peito, num gesto que quer dizer Você está no meu coração. E é preciso sorrir, pois esse povo acredita que o sorriso transmite bondade.

Soldados à vista
Talvez você já tenha visto homens do exército fazerem um gesto em que levam à mão a cabeça e é chamado de continência. Isso acontece no mundo todo e é provável que tenha surgido no fim da Idade Média, quando cavaleiros precisavam erguer a proteção da armadura que usavam na cabeça para se identificar. Com o tempo, o movimento passou a ser usado na presença de pessoas com cargos superiores.

Você sabia que...

- Os estudiosos não sabem explicar a origem da palavra oi? Ela é uma interjeição, ou seja, uma palavra que expressa uma sensação, como acontece com o ai, que usamos quando sentimos dor e que ninguém sabe quem inventou.

- O tchauzinho, usado para cumprimentar as pessoas de longe, também teria surgido para demonstrar que não há armas nas mãos?

23/01/2017 - 15:18

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